Subject: Lusa: Ramos Horta preferred longer for the inspectors

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Iraq: Ramos Horta preferred longer for the inspectors

Geneva, 20 March (Lusa) - THE minister of the Foreign Affairs of Timor said Wednesday that a "better solution" for the problem of Iraq "would be that the United States gave longer to the inspectors from the UN".

In statements to the Agency Lusa, Ramos Horta maintained that "himself Saddam Hussein will have some humility and some feeling for his country he should leave to avoid a war and he remove the arguments to the Americans to will attack".

The minister said do not he perceive as he is that Saddam Hussein, that he has12 old years to fulfill the resolution of the United Nations and 4 more months to fulfill the resolution 1441 of Security Council, knowing the dangers to that exposed his country and the Iraqi population, he still did not he deliver everybody the information regarding the solid weapons of destruction.

"When a leader of State does not fulfill the his obligations, does not accept that himself invertam responsibilities. The responsibility of this situation is of the Iraq", said Ramos Horta.

Despite of defend that the United States should give longer to the observers, the minister recollected that noutras situations already functioned without the guarantee of the Security Council.

"In Rwanda, the Security Council had not intervened, what was an immoral act, because they permitted hundreds of thousand of persons to die," he said.

"It is a tragedy. Even if the loss of civilian lives is minimal as promised by the Americans, is always a tragedy, last some days or weeks" referred by the way from the expected American intervention in Iraq.

Ramos Horta affirmed, however, expect that the worries of the world do not come back everybody for that region and that "the reconstruction of the Iraq do not have impact in the programs of the others countries", as Timor, Cambodja, Afghanistan or the Africa.

Ramos Horta said he still expected that "the war finishes quick and a democratic regime will be built in the Iraq", recollecting that in the Afghanistan "had very positive changes".

The civil society is for the foriegn minister of timor the new element of this conflict.

The foreign minister of timor considered it still possible and "necessary" the reform from the UN, defending that the United States should do efforts in that sense.

Ramos Horta affirmed still discord personally "that continues with the five permanent countries in the Security Council since to II World War", defending still the elimination of the right of veto and the approval of the decisions by a majority of two thirds.

Ramos Horta visits Portugal from 31 from March to 06 of April.

Before, the Ramos Horta, that cancelled a visit to the Kuwait due to the threat of war in the region, will go to Rome to the Vatican.

AFG Lusa End


Iraque: Ramos Horta preferia mais tempo para os inspectores

Genebra, 20 Mar (Lusa) - O ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste considerou quarta-feira que "a melhor solução" para o problema do Iraque "seria que os Estados Unidos dessem mais tempo aos inspectores da ONU".

Em declarações à Agência Lusa, Ramos Horta sustentou que "se Saddam Hussein tiver alguma humildade e algum sentimento para com o seu país deverá sair para evitar um guerra e tirar os argumentos aos americanos para atacarem".

O ministro timorense disse não perceber como é que Saddam Hussein, que teve 12 anos para cumprir a resolução das Nações Unidas e mais 4 meses para cumprir a resolução 1441 do conselho de segurança, sabendo os perigos a que expõe o seu país e a população iraquiana, ainda não entregou todas as informações referentes às armas de destruição maciça.

"Quando um chefe de Estado não cumpre as sua obrigações, não aceito que se invertam responsabilidades. A responsabilidade desta situação é do Iraque", disse Ramos Horta.

Apesar de defender que os Estados Unidos deveriam dar mais tempo aos observadores, o ministro recordou que noutras situações já se funcionou sem o aval do conselho de segurança.

"No Ruanda, o conselho de segurança não interveio, o que foi um acto imoral, porque se permitiu que morressem centenas de milhar de pessoas", disse.

"É uma tragédia, mesmo se a perda de vidas civis for mínima como prometem os americanos, é sempre uma tragédia, dure alguns dias ou semanas" referiu a propósito da esperada intervenção norte- americana no Iraque.

Ramos Horta afirmou, no entanto, esperar que as preocupações do mundo não se voltem todas para aquela região e que "a reconstrução do Iraque não tenha impacto nos programas dos outros países", como Timor, Cambodja, Afeganistão ou a África.

Ramos Horta disse ainda esperar que "a guerra acabe rapidamente e se construa um regime democrático no Iraque", recordando que no Afeganistão "houve mudanças muito positivas".

A sociedade civil é para o ministro timorense o novo elemento deste conflito.

O dirigente timorense considerou ainda possível e "necessária" a reforma da ONU, defendendo que os Estados Unidos deverão fazer esforços nesse sentido.

Ramos Horta afirmou ainda discordar pessoalmente "que se continue com os cinco países permanentes no Conselho de Segurança desde a II Guerra Mundial", defendendo ainda a eliminação do direito de veto e a aprovação das decisões por uma maioria de dois terços.

Ramos Horta visita Portugal de 31 de Março a 06 de Abril.

Antes, o MNE timorense, que anulou uma visita ao Kuwait devido à ameaça de guerra na região, irá a Roma ao Vaticano.

AFG Lusa/fim

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