Subject: Lusa: Church and civil society oppose signing Timor Sea agreement with Austral

[Edited computer-generated translation, original Portuguese below.]

Church and civil society against signing agreement with Australia

Díli, 11 Jan (Lusa) - The Timorese dioceses of Díli and Baucau and 12 non-governmental organizations today criticized in Díli the initiative of the Government to sign Thursday an agreement to share petroleum revenues from the Timor Sea with Australia.

They defend, as an alternative, to first define the maritime border with Australia and only later proceed with exploration of the oil and natural gas in the Timor Sea.

In a communication signed by the directors of the Commission of Justice and Peace of the two dioceses and by the coordinator of the Center of Information for the Timor Sea - which includes 12 non-governmental organizations (NGO) -, the revenues from exploration already in process are enough.

They cite facts that the oil and the gas are non-renewable resources and that the price of natural gas in international markets will increase in the next few years, as well as other reasons, to contest the signing of the agreement in Sydney.

Prime Minister Mari Alkatiri left today for Sydney, where he, together with his Australian equivalent, John Howard, will witness the signing of the document, which will be signed by the Ministers of Foreign Affairs of the two countries, Jose Ramos-Horta, for East Timor, and Alexander Downer, for Australia.

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Original:

> Igreja e sociedade civil contra assinatura de acordo com Austrália > > Díli, 11 Jan (Lusa) - As dioceses de Díli e Baucau e 12 organizações não-governamentais timorenses criticaram hoje em Díli a iniciativa do Governo de assinar quinta-feira um acordo de partilha das receitas petrolíferas do Mar de Timor com a Austrália. > > A alternativa, defendem, é definir antes de mais a fronteira marítima com a Austrália e só depois avançar para a exploração do petróleo e gás natural no Mar de Timor. > > Em comunicado assinado pelos directores da Comissão de Justiça e Paz das duas dioceses e pelo coordenador do denominado Centro de Informação para o Mar de Timor - que integra as 12 organizações não- governamentais (ONG) -, as receitas resultantes das explorações em curso são suficientes. > > O facto do petróleo e o gás serem recursos naturais não renováveis e da eventualidade de nos próximos anos o preço do gás natural poder vir a subir nos mercados internacionais, são outras razões aduzidas para contestar a assinatura do acordo em Sydney. > > O primeiro-ministro Mari Alkatiri partiu hoje para Sydney, onde testemunhará com o homólogo australiano, John Howard, a assinatura do documento, que será rubricado pelos ministros dos Negócios Estrangeiros dos dois países, José Ramos-Horta, por Timor- Leste, e Alexander Downer, pela Austrália.


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